
Segundo a deputada é preciso debater o projeto com os diversos setores sociais. "Já estamos dialogando com as universidades, mas é fundamental debater o projeto com as organizações sociais que solicitaram essa lei. Preservar o licuri e o umbu é preservar a vida de milhares de famílias que sobrevivem da extração desses frutos" afirmou a parlamentar.
Uma delas é a Coopes que trabalha há 10 anos com produtoras extrativistas de licuri que ainda quebram o coco na pedra. A cooperativa estimulou o desenvolvimento de produtos com valor agregado, utilizando receitas próprias. Em abril último foi aprovado um projeto para compra de máquinas de quebra e de beneficiamento do licuri, que deverão ser aperfeiçoados através de pesquisas desenvolvidas pelo IF Baiano.
O projeto foi elaborado com a ajuda de organizações sociais que militam na preservação desses produtos. Pela proposta, o corte das árvores será permitido apenas para a execução de obras de relevante interesse social, com autorização do órgão competente e plantio das espécies suprimidas. Fonte: atarde.uol.com.br
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